Análise Jurídica Especializada
Quando há falha de segurança, transação fora do padrão ou omissão após a comunicação da fraude, pode existir responsabilidade da instituição financeira. Entenda se o seu caso merece análise jurídica.
Atendimento informativo. A análise depende dos documentos e das provas do caso.
Se você se identifica com alguma dessas situações, pode haver fundamento jurídico para analisar a responsabilidade do banco ou da operadora.
O Superior Tribunal de Justiça tem decidido que bancos devem adotar mecanismos de segurança capazes de identificar e impedir operações suspeitas ou incompatíveis com o perfil do consumidor. Isso não significa indenização automática, mas reforça que cada caso precisa ser analisado com atenção.
"Para evitar fraudes, banco tem o dever de identificar e impedir transações que destoam do perfil do cliente." — STJ, 2023

Dr. Antônio José Lima — OAB/PI 12.402
O Mecanismo Especial de Devolução — MED foi criado para permitir a análise e eventual bloqueio de valores em casos de fraude no Pix. Quando o consumidor comunica rapidamente o golpe, a instituição deve registrar a contestação, analisar o caso, tentar bloquear valores e informar as providências adotadas.
Se o banco apenas respondeu que não foi possível recuperar o valor, pode ser necessário verificar se o procedimento foi realmente cumprido.

Quando criminosos conseguem acesso à linha telefônica, ao WhatsApp ou a códigos de autenticação por falha da operadora, pode surgir uma discussão sobre responsabilidade da empresa de telecomunicação. Isso é comum em casos de SIM Swap, troca indevida de chip ou ativação não autorizada da linha.


Quanto mais informações você reunir, melhor será a avaliação do caso. Veja o que pode ser útil:
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O envio das informações não garante resultado e não substitui consulta jurídica individualizada. A análise depende dos documentos e das circunstâncias do caso.